Pedala, vendedor!

Comprei uma bike nova, chegou na caixa, desmontada.

Não sou (ainda) um expert em mecânica de bicicletas, então fui buscar indicações de uma loja especializada em São Paulo que pudesse me ajudar e montar a bike.

Me indicaram a loja Ciclo Ravena que fica próxima para mim.

Como de costume, a primeira coisa que fiz foi entrar no site da loja para ver se tinha informações sobre os serviços prestados, mas nada feito, o forte da loja não é o site.

Resolvi ligar e questionar sobre o serviço de montagem e algumas outras informações, fui muito bem atendido, atendimento cordial e prestativo.

Depois de combinar por telefone levei a bike (ou as partes dela) para a loja. Fui bem recepcionado e atendido, entrei, conversei sobre o serviço que desejava, recebi minha OS e fui embora.

Entrei no carro e me perguntei: “Porque não me ofereceram nada?”

Não perguntaram se me interessava aproveitar e instalar um pedal melhor, se faria alguma viagem e precisaria de bagageiro, se precisaria de um cadeado, uma bomba de encher pneu, etc.

Sou muito direto e “preciso”em minha ida as lojas, por mais que repare em muitos detalhes, costumo entrar, consumir o que preciso e sair. Não sou o maior fã de vendedor que fica querendo “empurrar” mil coisas, faz muitas perguntas ou fica me seguindo pela loja.

Mas, neste caso, eu gostaria de mais informações e de adquirir outros produtos, precisava, queria que o vendedor tivesse me feito algumas perguntas para entender se havia mais necessidades a serem atendidas.

Cliente é um ser complexo, não é?

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